“Sou a pele salgada que invade a alma, como a saliva, dos que sem paladar não podem provar-me em degustação minuciosa de cada palavra que junto componho detalhadamente em meus textos. Esses sim são dotados da mais intensa e imprópria ignorância. Que brilhem na luz que erradia de minha iluminada pele, a segunda, a sábia, que saiam do beco escuro e se apresentem, corajosos de sua covardia, prontos para serem refeitos de sabedoria e cultura. Que possam aprender a cada leitura e ignorar a não sabedoria e cultura que agora jaz dentro de cada um” (A.M.O. – 04/07/2016)