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Littera Assessoria Literária e Pedagógica.: O ciúme

Littera Assessoria Literária e Pedagógica.: O ciúme : "A direção do carro seguia sozinha diante dos pensamentos esvaídos de Abel. Não conseguia entender, e dentro de si aceitar como aquela situação poderia estar acontecendo daquela forma. Uma indagação o acometia. O que fizera para que tivesse tão intensa punição e descabido desatino? Perdera a paciência, a pouca que lhe restava, e ainda assim, não havia esvaziado de seu interior toda a cólera que o momento o cobrara. Por segundos o carro guiou em direção incerta, sem que sequer as mãos tomassem conta da direção a ser percorrida. Era um sinal. O sinal que havia pedido algumas horas antes de todo aquele turbilhão..." (A.M.O. - 12/12/2016)

O ciúme

"A direção do carro seguia sozinha diante dos pensamentos esvaído de Abel. Não consegui entender, e dentro de si aceitar como aquele sentimento que parecia tão intenso e gigante do outro por ele, pudesse ter se acabado do dia para a noite, sem mesmo que rle tivesse tido a oportunidade de gozar daquele prazer, a companhia e o amor de José. Não conseguia perceber o quanto se acovardara ao se afastar, ao ignorar o sentido de tamanho sentimento expresso pelo outro e que ele, dentro de seus limites pessoais, não correspondera. Emílio Santiago cantava O Ciúme, no som do carro. E a palavras da composição levavam aquele barbado homem ao desespero. Havia perdido a oportunidade de talvez ser feliz, como há tanto tempo não era. As ondas haviam quebrado no mar e os ventos haviam levado para longe de si a prima chance que há tanto esperara. ...o ciúme lançou sua flecha preta... e se viu ferido justo na garganta... quem nem alegre, nem triste e nem poeta... entre Petrolina e Juazeiro... o c...

O ciúme

"A direção do carro seguia sozinha diante dos pensamentos esvaído de Abel. Não consegui entender, e dentro de si aceitar como aquele sentimento que parecia tão intenso e gigante do outro por ele, pudesse ter se acabado do dia para a noite, sem mesmo que rle tivesse tido a oportunidade de gozar daquele prazer, a companhia e o amor de José. Não conseguia perceber o quanto se acovardara ao se afastar, ao ignorar o sentido de tamanho sentimento expresso pelo outro e que ele, dentro de seus limites pessoais, não correspondera. Emílio Santiago cantava O Ciúme, no som do carro. E a palavras da composição levavam aquele barbado homem ao desespero. Havia perdido a oportunidade de talvez ser feliz, como há tanto tempo não era. As ondas haviam quebrado no mar e os ventos haviam levado para longe de si a prima chance que há tanto esperara. ...o ciúme lançou sua flecha preta... e se viu ferido justo na garganta... quem nem alegre, nem triste e nem poeta... entre Petrolina e Juazeiro... o c...
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“Os onze anos estavam aflorando à pele. A inocência era evidente. Assustou-se quando desperto às 4:28 todo molhado. Estava doente? Não. Estava se tonando homenzinho.” (A.M.O. – 05/07/2016)

Sagrado e profano

"Tudo que é sagrado, tem sua face profana também. Seja ela a esquerda ou a direita. Pior seria se fosse o centro. Aí, não teria juízo que recobrasse os sentidos." (A.M.O. - 04/07/2016)

Metatransformação

"Calma! Muita calma! Meu corpo está em transformação. Quem responde agora é a razão, e não mais a emoção." (A.M.O. - 04/07/2016)

Ecos no silêncio

"Quando as vozes falam dentro de mim, apenas ressinto, espero e transcrevo. É meu eu se comunicando com minha inspiração." (A.M.O. - 04/07/2016)

Bem querer

"Eu quero sim. Não nego. Quero tudo que a vida me conceder, agora e no futuro. Do meu passado? Dele só guardo lembranças e estórias." (A.M.O. - 04/07/2016)

Sem pressa

"Eu caminho vagarosamente agora. Pressa? Não, não tenho mais. Devagar também se alcança." (A.M.O. - 0/07/2016)

Sem pressa

"Eu caminho vagarosamente agora. Pressa? Não, não tenho mais. Devagar também se alcança." (A.M.O. - 0/07/2016)

A pele

“Sou a pele salgada que invade a alma, como a saliva, dos que sem paladar não podem provar-me em degustação minuciosa de cada palavra que junto componho detalhadamente em meus textos. Esses sim são dotados da mais intensa e imprópria ignorância. Que brilhem na luz que erradia de minha iluminada pele, a segunda, a sábia, que saiam do beco escuro e se apresentem, corajosos de sua covardia, prontos para serem refeitos de sabedoria e cultura. Que possam aprender a cada leitura e ignorar a não sabedoria e cultura que agora jaz dentro de cada um” (A.M.O. – 04/07/2016)
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"O jornal chegara. Ele lera a manchete: 'ESCÂNDALO FISCAL'. Um estampido e o corpo do prefeito estava no chão." (A.M.O - 03/07/2016)
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"O jornal chegara. Ele lera a manchete: 'ESCÂNDALO FISCAL'. Um estampido e o corpo do prefeito estava no chão." (A.M.O - 03/07/2016)
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“Diante do espelho sobre saltos XV, ela se transformava em uma mulher conhecida: A MÃE!” (A.M.O. – 03/07/2016)
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“Diante do espelho sobre saltos XV, ela se transformava em uma mulher conhecida: A MÃE!”.M.O. – 03/07/2016)
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“Quando se lembrou do pacote sobre a mesa, imediatamente foi remetido à mãe. O que diria então? A verdade, nada mais que a verdade.” (A.M.O. – 04/07/2016)
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“Passos no corredor. Um zunido se ouve. Mais passos, e a porta de abre. Era o vento adentrando no vácuo da escuridão, e com ele o disparo do calibre 38.” (A.M.O. – 04/07/2016)

Margarida em metamorfose

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“As ruas estavam limpas, e a única esperança no peito estava caída ao chão. Era outono e não havia folhas, chegara o inverno e o sol escaldava, na primavera as folhas caíram e no verão nevou. Era Margarida por dentro, em estado de metamorfose” (A.M.O. – 05/07/2016)

Explosão de ecos e cacos

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  “Havia uma explosão dentro dela. Uma náusea tomava conta de tudo, avassalando tudo. Bateram na porta e chamaram. Nenhuma resposta. A solidão já havia se desinstalado do apto ao lado.” (A.M.O. – 05/07/2016)

Littera Assessoria Literária e Pedagógica.: CARTAS DE AMOR RIDÍCULAS OU NÃO, SÃO CARTAS DE AMO...

Littera Assessoria Literária e Pedagógica.: CARTAS DE AMOR RIDÍCULAS OU NÃO, SÃO CARTAS DE AMO... : CARTAS DE AMOR RIDÍCULAS OU NÃO, SÃO CARTAS DE AMOR (André Maciel de Oliveira – Colunista) e-mail: profandre_literatura@hotmail.com N...

CARTAS DE AMOR RIDÍCULAS OU NÃO, SÃO CARTAS DE AMOR

CARTAS DE AMOR RIDÍCULAS OU NÃO, SÃO CARTAS DE AMOR (André Maciel de Oliveira – Colunista) e-mail: profandre_literatura@hotmail.com No último domingo comemoramos o Dia dos Namorados, um dia que deveria ser comemorado diariamente, uma vez que, deveríamos ser eternos enamorados pela vida, pelo amor, pelo outro. Deveríamos sim, pois, é através destas paixões que somos movidos. Através de paixões, guerras foram planejadas, mares navegados, corações quebrantados, gerando todo um círculo vicioso que culminou nesta congregação do sentimento que mais maltrata o ser humano. Por amor, matam, por amor se entregam, por amor lutam e perdem. Por ele também choram, impiedam se, comemoram, registram esses momentos em cartas, comentários, postagens, imagens; na memória humana, da rede social, dos cartões sd ou até mesmo na intenção. Já dizia o poeta em um de seus heterônimos, que as cartas de amor seriam ridículas, todas elas seriam ridículas, mas seriam ainda mais ridículas as criaturas que nun...

Comemoração do Dia das Mães.

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Não há nada mais gratificante para um artista que ter sua obra reconhecida e valorizada, com o poeta funciona da mesma maneira. Ontem, em comemoração ao Dia das Mães, no  Colégio Enira Moraes Ribeiro , tivemos as apresentações dos alunos homenageando nossas genitoras, e atendendo ao pedido da Pedagoga, a aluna Mariana leu um texto meu "O que é ser mãe!" Fomos todos tomados de muita emoção, eu como autor em ver minha arte criando raízes, ela em recitar um texto novo diante de tantos, e o público em se identificar com todas as palavras advindas do texto. Minha mãe presente, também foi homenageada, bem como a Diretora Professora Nislene Mendes Gonçalves Rodrigues representando todas as mães de nossa Instituição e de nossa Comunidade Escolar. Deus nos bendiga sempre. Que assim seja! FELIZ DIA DAS MÃES!

O homem

"O homem é a medida de todas as coisas. Paga por seu atos, sua escolhas e faz a diferença por seu caráter." (A.M.O. - 23/04/2016)

Meus Contos: Novo trabalho!

Meus Contos: Novo trabalho! : Novo trabalho! Publicação em Março/2016

Amor de calmaria II

" 'Ainda quero olhar pra atrás e não me arrepender de nada. Ainda olhar para atrás e ver que quem perdeu não fui eu, foste tu em me ignorar, em me abandonar. E... quando isto acontecer, será você quem irá olhar para mim com meus olhos pedintes, que ora lhe dirijo, e certamente meus olhos estarão olhando para outra direção que não será a sua... Um dia vamos nos reencontrar e você verá que quem de fato perdeu foi você e não eu. Adeus, com amor... Caio' . O bilhete era profundo, as palavras cortantes, mas não tão amargas quanto as lágrimas que Caio derramava enquanto encerrava o ponto final na mensagem deixada para o outro. Havia acabado mesmo, pelo menos por aquele instante, mas a dor não iria passar tão rapidamente. Ele se levantou e foi em direção ao quarto, aonde se amaram tantas vezes... " (A.M.O. 04/03/2016) Excerto de conto em construção.

Engano de amor

"Não se deve desprezar um sentimento verdadeiro por uma aventura qualquer. Até porque, nesse sentimento você pode realizar essa aventura, mas nessa aventura, com certeza você não encontrará esse sentimento." (A.M.O - 04/03/2016)

Hibernando

"Há um urso adormecido, despertando de uma intensa hibernação dentro de mim. As geleiras são grandes, os peixes apetitosos, a água bastante fria para me despertar para essa nova vida. Sou grande, forte, pelagem branca. Aninho, amo, sofro, mas se tiver que morrer, morro em silêncio, voltando pra hibernação." (A.M.O. - 04/03/2016)

Agradecimento

Não há nada que pague o imenso carinho que recebi hoje em minha page aqui do facebook, através das mensagens de Parabéns, Felicidades, Sucesso, Amor, entre outras dedicatórias. Não há como agradecer senão rezar por todos vocês que, das mais diversas localidades, mesmo nunca tendo me visto pessoalmente, ou ter teclado comigo aqui pelas redes sociais, lembraram-se e enviaram seus recadinhos. Deus na sua infinita misericórdia saberá como recompensá-los, enchendo-os de saúde, graça e mais felicidade. Um simples gesto, que para muitos pode ter saído automaticamente, me fez muito bem, teve um efeito avassalador em meu dia. Ouvi hoje, que sou muito transparente, e de fato sou mesmo, sou intenso, sou sensível, sou cristalino. Quando magoado, quando ferido, me resigno, me fecho em copas, mas quando feliz, e olhe que a felicidade é uma rua sem saída, você entrou nela o retorno é apenas por onde entrou, ou seja, entristeça se quer deixar de ser feliz; entretanto o dia de hoje teve uma importânci...

Eu por mim

"Sou assim mesmo, choro e sorrio ao mesmo tempo, amo e perdoo, sou cristalino, transparente. Você sempre saberá como estou apenas em olhar em meus olhos. Sempre, entendeu?" (A.M.O. - 03/03/2016)

Homem

"Quando nasci, fui criado HOMEM, e não FORMIGA. Sou criação divina, por isso não me contentarei mais com migalhas. Tenho direito e vou tomar poss e do pão inteiro." (A.M.O. - 03/03/2016)

Profissão de fé.

"Sou poeta, sou artista. Não posso lhe dar o mundo mas, posso lhe fantasia-lo. Se me pedires o céu não o trarei a você porém, as estrelas lhe alcanço, levando-o até elas." (A.M.O - 03/03/2016)

Hoje quero apenas agradecer...

"Deus é tão supremo em sabedoria e bondade que, ao excluir de nossas vidas algo que não nos dará bem, recompensa-nos com graça, amor, bondade e maturidade. Exala de nossos corações a caridade, o amor, a lealdade, a mais pura das ações: o perdoar. Jamais deveríamos questionar os traços que ele nos revelou. Isso só demonstra nossa ingratidão por ele estar nos conduzindo no caminho de luz. Minha vida está em suas mãos oh! Deus de poder e bondade. Que os espíritos consoladores possam guiar a mim e aos meus rumo à branda luz. Que Deus nos abençoe hoje e sempre." (A.M.O - 01/03/2016)

Quando nasci,

Quando nasci, Quando nasci, um anjo que não era torto, Chegou aos meus ouvidos e sussurrou: “ -Vai cara, vai ser algo na vida. Vai ser poeta, ser artista!” O tempo passou, Li Drummond, e descobri... Aquele mesmo anjo, Também passou por ali. Li Cecília e li Adélia, Mas foi em Nélida Que me senti. “I love my husband”... Era pra ser meu, Mas Nélida, antes apareceu. (A.M.O. – 25/04/2014)

Meu voo

"Sou como pássaro livre. Voo alto e longínquo, alço voos longos e duradouros, mas, quando aninhado. Ah! Neste momento, alço voos altos ou rasantes, porém, acompanhado." (A.M.O. - 28/02/2016)

Um homem que chega

“O whisky já estava no copo, gelando com a água do gelo que derretia. Um sentimento tomou conta dele, era algo estranho que nunca havia sentido antes. Sabia o que era mas, tinha muito medo de assumir que aquela possibilidade poderia se concretizar. O crooner cantava Jorge Vercilo como se estivesse lendo nossa estória. Na cabeça atormentada de Carlos, os pensamentos se misturavam às lembranças e à letra da canção: “ Nós já temos encontro marcado/ Eu só não sei quando / Se daqui a dois dias/ Se daqui a mil anos/ Com dois canos pra mim apontados/ Ousaria te olhar, ousaria te ver/ Num insuspeitável bar, pra decência não nos ver/ Perigoso é te amar, doloroso querer/ Somos homens pra saber o que é melhor pra nós/ O desejo a nos punir, só porque somos iguais...” O compositor certamente conhecia  a história dos dois. O whisky esquentou, agora era cowboy. Mas o que não sai de suas lembranças mesmo eram todos os momentos às escondidas que estiveram juntos. Era um sentimento, assim como um...

Um encontro marcado

"A água do banho caia lhe abundante, enquanto Maria Bethânia cantava Sensível demais no play. Como a água que escorria abundante rumo ao ralo suas lembranças se esvaiam. Do corpo. Da alma. Dos poros. Uma a uma. Cadencialmente. "Sensível demais você me deixou e agora, como dominar as emoções, sensível demais você me deixou e agora...", como na letra da composição ele teria que se refazer de tudo, mas, principalmente das lembranças do passado." (A.M.O - 20/02/2016) excerto de conto em construção.

Amor de Calmaria

"Os tempos eram outros já. As nuvens de tempestades estavam se dissipando. O céu estava clareando e os primeiros raios de sol apontavam no horizonte. O dia parecia mais ameno que anteriormente. As flores estavam mais vivazes e o canto dos pássaros soavam mais suaves e menos tristes. A natureza estava dando as boas vindas a ele. Àquele que em tantas tormentas havia navegado. Era o bálsamo que necessitava para seu coração destroçado. Estava se reerguendo, se retomando, precisava de um apoio natural como aquele. Ao abrir de fato os olhos, surpreendeu-se com o companheiro que já havia partido há meses. O canto do bem-te-vi soava como clamor a espera de um bom dia. Ele estava refeito de fato, para prosseguir adiante..." (A.M.O. - 21/02/2016) Excerto da narrativa "Amor de Calmaria".

Imprint

“Se quiseres me calar, tire meus ouvidos e não minha boca, uma vez que, falo o que ouço e repito o que vejo. Nessa confusão de sentidos, creio que seja melhor me ignorares, assim digo o que penso, vejo o que quero e ouço o que me fará bem. Vivo e deixo viver. Não lhe incomodo e imprimo o que minha alma comanda no imprint. ” (A.M.O. – 22/08/2015)

Ouvindo vozes

“Quando ouço vozes em meu interior, concluo que é o momento de me resignar, me encontrar com minhas escritas, comigo mesmo. Só assim acalento a multidão que fala por mim, em meus versos.” (A.M.O. – 22/08/2015)

Se aproxime devagar

“Se queres ficar em minha vida, se aproxime, puxe um banquinho, faça silêncio, e quando fores dizer algo, diga baixinho, para que não te assustes com meus pensamentos.” (A.M.O. – 22/08/2015)

Balanço

“Estou fechando pra balanço; logo, os seus pertences pessoais, seus livros, cds, dvds, aquele jeans surrado e o diu que você tirou na noite passada, deixarei com o porteiro do prédio. Até breve...” (A.M.O. – 22/08/2015)

Hoje, só hoje.

"Hoje quero me fechar, buscar o que de mais intenso há em mim: minha essência. Hoje não terão batidas na porta, toques de celular que me movam de meu intuito. Quero e preciso do escuro, da clausura, pois só assim cumprirei minha missão: encontrar-me." (A.M.O. - 22/08/2015)

Pássaros Feridos

"Na natureza todos precisam respirar e sentir a brisa fresca, voar, voar o mais alto possível em liberdade, sem amarras, sem medos e sem cortes. Os pássaros quando estão com as asas quebradas, o melhor a fazer é cuidá-los, até que curem e não acabar de quebrá-las. Tudo leva tempo. As cicatrizes fecham com o tempo, mas quando feridas se tornam chagas que doem ainda mais. A liberdade e o impulso no voo são o que fazem com que esses pássaros possam voltar a voar e alçar novos e logos voos.” (A.M.O. – 22/08/2015)