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Mostrando postagens de 2018

O VELEIRO EM ALTO MAR: MEU PAI.

O VELEIRO EM ALTO MAR: MEU PAI.                                    André Maciel de Oliveira (profandre.literatura@gmail.com) Há minutos atrás os pensamentos começaram a invadir minha mente e insultarem-me em busca de que exprimisse imediatamente uma mensagem que meu coração pudesse ditar; que viesse de minh’alma, o mais intenso desejo de ser pai, que um ser humano possa sentir independentemente de qualquer empecilho que venham lhe impor. Então me rendi e busquei dentro de meu coração o que mais me remetia a memória de ser PAI; ser o homem valoroso, de ser a identidade a ser observada por um outro ser que respeita e se espelha nesta figura o seu futuro navegar nesta vida. Assim, olhei para o espelho que sempre me identifiquei, mesmo nas horas que mais me recusasse, mas, a natureza me apresentava esta imagem...

365 DIAS DAS MÃES,

Estava relutante dentro de mim, quando não pude mais me segurar e sucumbi a estas palavras. Prometi a mim mesmo que seriam poucas, mas quem fala dentro de mim não conta as palavras, não mede as consequências e não tem noção da extensão que as palavras pode alcançar. Então, vamos lá. Domingo é o dia em que comemoramos o dia das nossas mães, sejam elas como forem negras, brancas, vermelhas, amarelas, altas, baixas, anãs ou altíssimas, gordinhas, magras, com rugas que o tempo trouxe e disse: você tem experiências para repassar aos seus. Ou até mesmo aquelas que mal descobriram ainda o sabor da adolescência, o prazer da juventude e ápice da maturidade, mas decidiram serem mães. Cada uma ao seu modo, cada uma ao seu olhar. Cada qual ao seu jeito de amar e poder dizer: estou aqui, sinta minha mão, ouça minha voz, abrigue-se dentro de mim, mesmo tendo saído daqui há tempos. Filhos jamais deixam de serem filhos, mães jamais deixarão de serem mães. Porque não fundir estas duas situações e...